quinta-feira, 11 de julho de 2013

Mudanças na PMBA...

Quinta, 11 de Julho de 2013 - 19:40

Polícia Militar da Bahia poderá ter novo comandante

Polícia Militar da Bahia poderá ter novo comandante
Coronel Eleutério (E) poderá assumir no lugar do Coronel Castro (D)
A Polícia Militar da Bahia (PM-BA) deverá passar por reformulações nos próximos dias. Informações obtidas pelo Bahia Notícias dão conta de que o comando da corporação e a chefia da Casa Militar poderão sofrer mudanças, o que, automaticamente, poderá também haver mudar em toda a estrutura da instituição. A reportagem tentou entrar em contato, nesta quinta-feira (11), com a assessoria da PM-BA, mas os telefonemas não foram atendidos.  Entre as possíveis mudanças está a troca do comandante geral da PM-BA, coronel Alfredo Castro, que assumiria a Casa Militar no lugar do atual chefe, coronel Rivaldo Ribeiro dos Santos. Já para comandar a instituição, o coronel Carlos Eleutério Filho, que é atualmente o auditor chefe da PM, ocuparia o mais alto cargo da corporação. Coronel Eleutério, de 56 anos, ingressou na PM em 1972. Ele já comandou o Policiamento Regional da Capital e já ocupou o cargo de Diretor do Departamento de Apoio Logístico da PM baiana.

Anistiados...

Policias militares e bombeiros da Bahia e mais 17 estados serão beneficiados por lei de anistia
O plenário do Senado aprovou na madrugada desta quinta-feira (11) o projeto de lei que concede anistia a bombeiros e policiais militares que fizeram greve e participaram de movimentos reivindicatórios entre 1997 e 2011. De acordo com o texto, serão beneficiados os policiais e bombeiros dos estados de Alagoas, da Bahia, do Ceará, de Goiás, do Maranhão, de Mato Grosso, Minas Gerais, da Paraíba, do Piauí, de Pernambuco, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Norte, de Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e do Tocantins, além do Distrito Federal. Segundo informações da Agência Brasil, diversos parlamentares destacaram a necessidade de aprovação de um projeto de lei que regulamente definitivamente o direito de greve no serviço público. O senador Humberto Costa (PT) chamou a atenção para o fato de policiais trabalharem armados, o que poderia ser um risco em caso de movimentos reivindicatórios. O projeto foi aprovado em votação simbólica e seguiu para sanção presidencial.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Tragédia...


Qui , 04/07/2013 às 16:27

Idosa morre atropelada por viatura da PM em Engomadeira


  • Idosa veio a óbito às 13h
Lourdes Brandão Sirino, de 73 anos, foi atropelada por uma viatura de Rondas Especiais atuante em Polícia Militar (Rondesp), na Rua Vila Dois Irmãos, no final de linha da Engomadeira, por volta das 11h, desta quinta-feira, 4, e morreu no HGE.
Informações iniciais da polícia davam conta que a idosa só havia sofrido escoriações leves e socorrida por uma equipe da Salvar, mas, de acordo com Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), a mulher morreu às 13h.
Os policiais envolvidos e testemunhas vão depôr ainda esta tarde na delegacia.

Evolução na tecnologia...

Vai trocar de celular? Fique de olho no tamanho do chip

03/07/2013 11:42:54

Devido à rápida evolução do mercado de celulares e às promoções de operadoras, muitas pessoas acabam trocando de celular anualmente ou a cada dois anos. A alegria de comprar um celular novo, porém, pode virar tristeza ao se perceber que o chip da operadora não cabe no smartphone adquirido.
Isso ocorre porque há atualmente três padrões de chip de operadora: Mini-SIM (mais conhecido como SIM), Micro-SIM e Nano-SIM. Na migração do chip SIM para o Micro-SIM é até possível cortar o chip e fazê-lo caber no novo aparelho, mas esse processo é perigoso e pode danificar o chip. Por isso, quem compra um celular novo com padrão de chip diferente acaba tendo que solicitar um novo chip para sua operadora.
Para antecipar esse tipo de problema é útil saber o tipo de chip usado em celulares atualmente no mercado. Abaixo, detalhamos os tipos de chip e  em quais aparelhos eles estão.
Mini-SIM (mais conhecido como SIM)
É o maior chip usado atualmente e está em todos os celulares básicos (feature phones) e também na maioria dos smartphones. O chip SIM está ainda em todos os celulares com dois ou mais chips.
Entre os smartphones que usam chips SIM estão:
- iPhone 3G, 3GS
- Todos da linha LG Optimus L e L II, Optimus 4X HD
- Xperia E Dual, Xperia Go
- Galaxy Note, Gran Duos, S, S II, S III Mini, Ace, Ace 2, Y, Pocket Plus, Ch@t, Beam
- Motorola Razr D1, D3, Defy, Defy Mini, Milestone 3
- Todos da linha Nokia Asha
- Todos da linha Positivo Ypy
Micro-SIM
O Micro-SIM é o chip de tamanho intermediário. O iPhone 4 foi o primeiro aparelho a usar esse chip, que vem se tornando mais comum em smartphones intermediários e avançados. Entre os aparelhos que usam o chip Micro-SIM estão:
- iPhone 4 e 4S
- Todos da linha Nokia Lumia
- Galaxy Note II, S III, S4, Ativ S, Express
- Razr, Razr HD, Razr Maxx, Razr i
- LG Optimus G, Optimus Vu, Nexus 4
- Sony Xperia P, Xperia L, Xperia ZQ
NanoSIM
É o menor chip atualmente no mercado. Até o momento, o iPhone 5 é o único aparelho que usa o chip Nano-SIM.

Abordagem policial...

'Abordagem da PM a pessoas em carros e ônibus é contrária ao processo penal'

Vice-presidente nacional da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e diretor da Escola Superior de Advocacia (ESA) Orlando Gomes, Luiz Coutinho criticou, em entrevista ao Bahia Notícias, as posições do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) na Câmara, o Estatuto do Nasciturno, a redução da maioridade penal e a violação dos direitos humanos. "Quer ver uma violação concreta? Abordagem indiscriminada das pessoas em ônibus, ou até mesmo em carro", afirmou. Ele lembra que "sob o discurso de ‘nós estamos diante de uma necessidade de contenção da violência’, a polícia aborda as pessoas, dia a dia, e determina que as pessoas se coloquem em posição de revista e, muitas vezes, são apalpadas pelos oficiais na busca de armas ou outras coisas". "Aquilo é absolutamente contrário ao processo penal", avaliou. Ele também falou sobre a violência a jornalistas durante as manifestações. "São manifestações, é lógico que há excessos e esses excessos devem ser contidos, mas via de regra você não pode atirar no olho de jornalista e sair baixando porrada", pontuou.

Saúde na Bahia, padrão FIFA...

Cem cidades da Bahia têm menos de um médico para 5 mil pessoas

No estado, os profissionais se concentram em Salvador e Região Metropolitana. Pior para a população do interior

 04.07.2013 - 07:49






A criança está com 40 graus de febre. A mãe está desesperada, mas a cidade não tem médico. Para onde vão? Essa cena é comum para a vendedora Juliana Santos, 30 anos, que trabalha em uma farmácia em Cristópolis, Oeste baiano.
“A gente vê o desespero da família quando uma criança está tendo convulsão, ou do filho que vê o pai sentindo dor”, conta Juliana. Cristópolis é uma das nove cidades da Bahia onde não há médicos, segundo o Cadastro Nacional dos Estabelecimentos Médicos (Cnes).

Até o final de maio, 100 municípios do estado tinham um índice de até 0,2 médico para cada mil pessoas (ou 1 para cada 5 mil). Este é o mesmo índice do Afeganistão.

O país do Oriente Médio está em guerra há 12 anos e tem um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,398, ocupando o 172º lugar no ranking do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). Já o Brasil, o 84º lugar, tem IDH de 0,718.

Sem guerra, mas vulneráveis, os 13.280 moradores de Cristópolis apelam para o que têm: vale procurar até os funcionários da farmácia. “Se for febre, a gente vê o peso e dá as gotas de dipirona (sódica). A gente ajuda como pode, para não colocar em risco a vida da pessoa”, explicou Juliana.

Mas se a ajuda e a experiência não forem suficientes é preciso encarar uma viagem de quase uma hora até Barreiras. O CORREIO procurou a Secretaria da Saúde de Cristópolis, mas ninguém atendeu as ligações.

Desequilíbrio
Enquanto cidades como Cristópolis não têm nenhum, Salvador e Região Metropolitana contam com 1,3 médico para cada mil habitantes - ou 1 para 750 pessoas. Na Bahia, a taxa é de 1,09 médicos por mil pessoas, inferior ao índice nacional: 1,8, de acordo com o Ministério da Saúde (MS).

E mesmo o quadro nacional é considerado insuficiente, segundo o secretário estadual de Saúde, Jorge Solla.  “O déficit é geral, porque aumentaram os postos de trabalho. Só na Bahia, temos 2.750 equipes do Programa Saúde da Família (PSF), por exemplo”.

A meta da presidente Dilma Rousseff é atingir 2,7 médicos para cada mil habitantes, como no Reino Unido, que tem um sistema de assistência parecido com o brasileiro. Mas, para isso, seriam necessários 168.424 novos médicos.
O plano da União para diminuir a desigualdade na distribuição é contratar médicos estrangeiros que atendam exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A ideia é que sejam trazidos profissionais de países como Portugal e Espanha, para trabalhar em áreas onde faltam médicos. No entanto, ainda não há previsão para a chegada dos médicos, nem por quanto tempo ficariam no país, segundo a assessoria do Ministério da Saúde.

A estratégia do governo para que os estrangeiros não abandonem os postos de trabalho é que eles não terão seus diplomas revalidados, como ocorre, por exemplo, com brasileiros que cursam Medicina no exterior. Do contrário, poderiam deixar a área para a qual foram direcionados e trabalhar em qualquer lugar.

Segundo o secretário Jorge Solla, novas vagas nas graduações têm sido criadas para suprir a demanda, bem como nas residências médicas. “A Bahia tem mais de mil vagas em residências médicas. Isso supera o número de egressos dos cursos de Medicina”, diz.

Ainda assim, ele avalia que os estrangeiros são necessários. “É uma medida emergencial, para os postos que os brasileiros não quiserem. Isso vai trazer assistência para uma população excluída”.

O professor de Medicina da Ufba e presidente da Associação Baiana de Medicina de Família e Comunidade, Leandro Barreto, acredita que a proposta vai ajudar na distribuição dos médicos. “Sou a favor, enquanto provisório. Precisamos de mais médicos, mas se esperarmos por novos médicos brasileiros demoraremos 20 anos para chegar ao nível de países como o Reino Unido”.

Segundo o Ministério da Saúde, na Inglaterra, 37% dos médicos se formaram em outros países. No Brasil, apenas 1,79% dos profissionais fizeram a graduação fora.

Crítica
O também professor de Medicina da Ufba José Tavares-Neto alerta para os riscos da iniciativa. “Já coordenei um projeto com médicos cubanos no Acre e classifico como desastroso”.

Segundo ele, os médicos tiveram dificuldade com a adaptação. “Temos jovens que querem investir no trabalho, mas o governo quer resolver contratando gente de fora, que não sabe a língua”.

Também contrário à medida, o presidente do Cremeb, José Abelardo de Meneses, afirma que o programa pode dificultar a assistência no interior. “Não somos contra a vinda de estrangeiros, mas contra profissionais sem revalidação do diploma. Nós estamos preocupados com a qualidade”.

Um caminho a ser tomado, para Meneses, seria a implantação de políticas
de atração e fixação dos médicos no interior, passando pelo investimento em equipamentos. “Hoje, não dá para fazer medicina com estetoscópio e termômetro”, concluiu.



Mesmo com altos salários, cidades ficam sem médicos
Para atrair médicos para o interior, muitos municípios oferecem altos salários, além de convênios com o Ministério da Saúde (MS). Em 2011, o governo federal lançou o Programa de Valorização dos Profissionais na Atenção Básica (Provab), que estimula a ida de profissionais para locais onde há carência de médicos. Com o Provab, o médico tem 12 meses para fazer um curso de pós-graduação prático-teórico em saúde da família, com uma bolsa de R$ 8 mil por mês.

No entanto, segundo o MS, quase 80% das 1.942 vagas para médicos solicitadas pelas cidades baianas entre janeiro e maio deste ano não foram ocupadas. Em Mirante, no Sudoeste do estado, o secretário de Saúde, Wagner Ramos, conta que, das quatro vagas solicitadas, só uma foi preenchida.

Além disso, o município está com uma vaga para médico do Programa de Saúde da Família (PSF) aberta há dois meses com um salário de R$ 13.200. “E esse valor é apenas para 32 horas por semana, porque não temos conseguido ninguém que fique 40 horas. A maioria dos médicos não quer se fixar em uma única cidade, mesmo pagando bem e sem atraso”, conta Ramos.

Alguns municípios chegam a oferecer salários de até R$ 20 mil reais, segundo  o presidente do Conselho Regional de Medicina, José Abelardo de Meneses. “O problema é que, por trás disso, muitas vezes existe uma realidade que a população desconhece. Os prefeitos não cumprem, não assinam contrato”, diz.



Mais de 600 profissionais com registro na Bahia se graduaram fora
Atualmente, 622 médicos que se formaram fora do Brasil e revalidaram seus diplomas  estão inscritos no Conselho Regional de Medicina da Bahia (Cremeb). Esse número, porém, não inclui apenas estrangeiros. Há também brasileiros que fizeram a graduação no exterior. Um dos que fazem parte do grupo de estrangeiros é o diretor administrativo da Associação Bahiana de Medicina e Comunidade, Walberto Herrera, 58 anos.

Colombiano, Herrera chegou ao Brasil em 2001, para participar de um projeto filantrópico. “No início, não tinha intenção de ficar aqui, mas fui me empolgando e aprendendo outras coisas”, contou. Ele diz que não teve grandes problemas de adaptação, apesar de nem saber falar português quando chegou. “Nós trabalhamos com comunidades de baixa renda e acho que isso ajuda na adaptação”, diz Herrera, que também é professor do curso de Medicina da FTC.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Tropa de choque, PMBA...

'Palhaçaria de Choque' critica de forma lúdica violência policial em manifestações

Vestidos de palhaço, manifestantes parodiaram os excessos da Polícia Militar nos movimentos de rua de Salvador (que resultaram na prisão do repórter Francis Juliano do Bahia Notícias), no cortejo do 2 de Julho, nesta terça-feira. A autointitulada "Palhaçaria de Choque" distribuiu balas 7 Belo como representação das balas de borracha; bexigas em vez de bombas de gás lacrimogênio e de efeito moral; e borrifadores de água no lugar dos sprays de pimenta. "Tentamos mostrar de forma lúdica à população que autoridade e violência não levam ninguém a nada", afirmou o ator e jornalista Gabriel Camões, ao Bahia Notícias.